<?xml version="1.0" encoding="UTF-8"?>
<rss xmlns:dc="http://purl.org/dc/elements/1.1/" version="2.0"><channel><atom:link rel="hub" href="http://tumblr.superfeedr.com/" xmlns:atom="http://www.w3.org/2005/Atom"/><description>tudo o que é publicado aqui vai para www.naozero.com.br</description><title>spyer</title><generator>Tumblr (3.0; @spyer)</generator><link>http://spyer.tumblr.com/</link><item><title>Sobre o fato de executivos da ONU nao "sacarem" a antropologia</title><description>&lt;p&gt;Eu estava conversando com uma colega que participou ha pouco de um congresso sobre desenvolvimento. Ela relatou ter conversado com oficiais das ONU e escutado que eles nao conseguem entender a antropologia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Como e&amp;#8217; possivel que executivos da Uniao das Nacoes Unidas, uma entidade que tem por finalidade especialmente mediar o relacionamento entre nacoes (e culturas) diferentes dizerem uma coisa dessas? E eu nao acho que seja culpa deles. Ler antropologia e&amp;#8217; maravilhoso, mas e&amp;#8217; muuuuito trabalhoso, mas nao deveria se por dois motivos:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- antropologia, em certo aspecto, devia ser a coisa mais obvia do mundo porque e&amp;#8217; o estudo de pessoas (em grupos pequenos como familia, tribo, etc), so que, me digam, qual de voces nao pode se considerar, de certa maneira, estudioso de pessoas? Para a gente viver (e sobreviver) em sociedade a gente precisa ficar o tempo todo sofisticando essa capacidade de decifrar o outro.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- O outro motivo e&amp;#8217; que, da mesma forma como as pessoas sao sempre surpreendentes quando a gente as conhece de perto, os bons estudos antropologicos sao sempre interessantes e surpreendentes. Quem nao leu nao faz ideia de como a vida ganha outras cores. Antropologia e&amp;#8217; tipo uma psicologia para grupos - antropologos, nao me apedrejem! -, mostra como somos iguais na diferenca e diferentes na semelhanca - nao vou poder elaborar mais sobre isso agora, mas e&amp;#8217; verdade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fiquei pensando, entao, o que ainda impede que a antropologia seja melhor divulgada, ou que os antropologos conversem mais com o publico nao-especialista, e me ocorreu a seguinte hipotese:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Quem e&amp;#8217; da academica sabe como existe preconceito entre academicos contra a Wikipedia porque o conteudo supostamente nao e&amp;#8217; confiavel. Acontece que qualquer um que tenha tentado publicar um texto na Wikipedia - como e&amp;#8217; o meu caso - sabe como isso e&amp;#8217; dificil em funcao das regras criadas para garantir a veracidade e a relevancia da informacao publicada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Da&amp;#8217; a impressao que a comunidade da Wikipedia - falo isso com todo o respeito a ela - tem a auto-estima fraturada por conta (entre outros motivos) dessa rejeicao da academia e que, por isso, cria regras e controles ultra rigidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Pensei nisso porque essa atitude reativa tambem pode explicar a dificuldade dos antropologos de conversarem com quem nao e&amp;#8217; antropologo. A antropologia esta&amp;#8217; tao no limiar entre ciencia natural e humana que talvez acabe fazendo um grande esforco para mostrar que e&amp;#8217; ciencia. E esse esforco se reflete na austeridade e rigor com que os textos - pelo menos os que eu conheco - sao produzidos.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim, e&amp;#8217; so uma ideia - mais uma - pra registrar por aqui.&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/5895158061</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/5895158061</guid><pubDate>Fri, 27 May 2011 08:47:00 -0300</pubDate></item><item><title>Divulgação: UMA ANTROPOLOGIA DO CIBERESPAÇO E NO CIBERESPAÇO</title><description>&lt;p&gt;Recebi a informação e estou repassando para contribuir com essa visão de que a antropologia oferece ótimas ferramentas para se pesquisar e para se analisar a internet.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Solicitamos divulgação, junto a seus colegas e alunos, do chamado para o GT sobre Antropologia da Cibercultura na próxima RAM, Reunião de Antropologia do Mercosul, a realizar-se de 10 a 13 de Julho na UFPR, em Curitiba, no Paraná.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;As inscrições de resumos devem ser realizadas somente através do site da RAM: &lt;a target="_blank" href="http://www.ram2011.org/"&gt;&lt;a href="http://www.ram2011.org/" target="_blank"&gt;http://www.ram2011.org/&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Coordenadoras: Dra. Eliane Tânia Freitas (UFRN) y Dra. Marian Moya (Univ. de Buenos Aires)  A antropologia do Ciberespaço, da Cibercultura e do Consumo de Tecnologias Digitais no mundo contemporâneo começou a ocupar um lugar central no nosso campo disciplinar. Este protagonismo, sem dúvida, caminha junto com a importância das novas tecnologias na vida cotidiana das pessoas, em todos os setores sociais, políticos e culturais.  A reflexão proposta por este GT não somente quer problematizar a epistemologia, a dimensão conceitual vinculada às TIC’s (Tecnologias da Informação e Comunicação), mas também explorar as potencialidades e limites do trabalho de campo “online” e da chamada “experiência etnográfica virtual”: em contraste, comparação e complementariedade com a etnografia presencial.  Por outro lado, neste GT esperamos discutir em dois níveis, diferentes mas complementares: os aspectos e as experiências do ciberespaço e no ciberespaço. No primeiro caso, serão enfatizados os aspectos operacionais, tecnológicos e cognitivos do consumo das diversas plataformas de redes sociais. As seguintes perguntas orientarão nossas discussões: de onde vem o desejo ou a necessidade de criar e manter um perfil no Facebook, Twitter, Orkut, Linkedin, etc.? Para quê investir tempo, esforço, criatividade em um blog? Por que algumas plataformas são mais populares do que outras? Qual o fator preponderante na hora de optar por um site ou outro: necessidades específicas, acessibilidade (disponibilidade material e de capacidades simbólicas para operar online), praticidade?  No segundo nível, discutiremos a modalidade e características próprias das interações sociais que cada uma dessas plataformas propõe e promove, as possibilidades, os novos valores, a construção de novas sociabilidades, as limitações e os efeitos (políticos, ideológicos, socioculturais) que as novas tecnologias possam estar trazendo para a vida social.  Em suma, o GT propõe uma reflexão, um debate e problematização do repertório teórico-metodológico dos temas vinculados à antropologia no e do ciberespaço, da relevância das TIC’s na vida cotidiana, da construção de outras modalidades de relacionamento social a partir das redes sociais e das vantagens e dificuldades apresentadas pela etnografia virtual ou “online”. Naturalmente, esta proposta não esgota o espectro de tópicos de interesse possíveis nesta subárea disciplinar relativamente nova. Por isso, outros pontos de vista, enfoques, perguntas etc. que estejam além dos propostos aqui serão também bem vindos em nosso grupo.&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/3055835056</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/3055835056</guid><pubDate>Tue, 01 Feb 2011 18:59:00 -0400</pubDate></item><item><title>8 dicas para encarar a carga de leitura da pós-graduação</title><description>&lt;p&gt;Aprender é uma coisa. Outra coisa é aprender a aprender. Não basta saber ler e sentar em sala de aula. Existe um intermediário na relação entre você e o conhecimento, o seu corpo, e tenho a impressão que isso às vezes não é considerado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Segue, então, algumas dicas para quem está pensando em voltar a estudar ou já voltou e ainda está procurando seu ritmo, principalmente em relação à prática da leitura:&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;1. ler para um curso não é o mesmo que ler por prazer, os temas são impostos a partir da proposta do curso e pode acontecer de eles não terem a ver com os seus interesses. Isso quer dizer que você precisará de mais concentração para chegar ao final. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;2. as revistas científicas impõem limite de tamanho para aceitar os artigos submetidos. Isso quer dizer que o autor vai espremer dentro daquele espaço o máximo que puder. Isso significa usar referências em vez de explicar assuntos paralelos ao tema e também subtrair exemplos desnecessários. Resultado: dá mais trabalho ler.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;3. quando for estudar, antes de começar a ler, dê uma geral nas suas obrigações do dia e da semana. Isso inclui ver quantos textos você tem para ler, quantos você acha que conseguirá ler no dia e que ordem vai seguir de maneira a mesclar os textos mais difíceis com os mais leves.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;4. na hora de começar a leitura de um texto, antes de mergulhar nos parágrafos, dê uma passeada pelo conteúdo. Passe página a página, leia com cuidado os títulos e subtítulos já tentando advinhar a lógica do argumento do autor. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;5. não comece a ler um texto sabendo que terá que interromper a leitura. Quando eu fiz isso, fiquei com a sensação de ter concluído físicamente a tarefa sem ter concluído a experiência, sem ter extraído o que eu deveria desse esforço, e isso traz frustração porque é tempo desperdiçado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;6. na hora que você terminar a leitura, produza um resumo de até dois parágrafos explicando (para você mesmo) o que você apreendeu do texto. Esse momento é fundamental porque nesse esforço de explicar e sintetizar ideias, a gente introjeta o conhecimento.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;7. inclua, na sua programação de estudo, tempo para descansar a cabeça. Apesar de não ter músculos no cérebro, a cabeça também cansa e perde rendimento. Eu sei que isso está acontecendo quando perco a capacidade de acompanhar o raciocínio do autor. Tome uma água, dê um tempo. Insistir na leitura significa acumular frustração.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;8. considere que para tudo existe uma curva de aprendizado e que o começo costuma ser frustrante, por mais que você esteja interessado no curso e no assunto das aulas.&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/2899976344</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/2899976344</guid><pubDate>Sun, 23 Jan 2011 19:51:00 -0400</pubDate></item><item><title>Sobre o nhé-nhé-nhé corporativo em relação a direitos autorais</title><description>&lt;p&gt;Um amigo que trabalha para uma empresa fundada no comércio de conteúdo informacional - e que, consequentemente, depende da existência de leis de direitos autorais para ganhar dinheiro - tem me provocado de forma amigável para debater a legitimidade ou não do download de material proprietário.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O argumento dele ecoa o de muitos outros que representam os mesmos interesses: a não remuneração lesa e desestimula aqueles que dedicam tempo e criatividade para produzir esse conteúdo, seja ele um programa, um filme ou uma música. A consequência disso seria, segundo essa visão, prejudicial para a sociedade na medida em que quem hoje produz tenderá a deixar de fazê-lo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Clay Shirky é um dos comentaristas do assunto que colocou esse problema em perspectiva referindo-se a uma situação parecida vivida na Europa durante os séculos 15 e 16. O advento da tecnologia de publicação com tipos móveis inventada por Guttenberg tornou obsoleto o trabalho - até então absolutamente necessário - dos chamados monges copistas. Argumentos parecidos foram usados para defender a permanência do sistema anterior, mas o novo modelo prevaleceu.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A Internet, como muitos estão cansados de saber, trouxe, a baixo custo, a possibilidade de acesso a um canal para a comunicação grupal de alcance massivo. Isso representou uma mudança inesperada na forma como se joga o jogo da comunicação em função da entrada de novas regras, entre elas, a de que um produto digital pode ser copiado e distribuído infinitamente a preço (quase) insignificante, de forma rápida e sem perda de qualidade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Geralmente fala-se mais concretamente dos prejuízos da indústria pela disputa sobre o modelo de distribuição de conteúdo. Como meu amigo lembra sempre, como é possível estimular o esforço se não há remuneração? Vou registrar, então, um caso - infelizmente pessoal - de consumidor lesado em função dessa disputa.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O exemplo clássico é o do dono do IPod que não pode baixar pelas vias oficiais as músicas que tem dentro do equipamento. É uma decisão do fabricante - a Apple - para, levando em conta antecipadamente a possibilidade de uso ilícito por alguns consumidores, impedir o compartilhamento do conteúdo. Essa situação, apesar de ser relativamente comum, dá margem para defesa: o dono do IPod tem os CDs ou, se comprou, pode baixar o conteúdo do site sem pagar. Mas como fazer quando esse mesma mesma armadilha prejudica o trabalho criativo de quem usa o equipamento?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Por exemplo: ontem à noite fui fazer a atualização do sistema operacional do meu IPad. (Esclareço que sou um &amp;#8220;cidadão exemplar&amp;#8221; no que concerne à maneira como utilizo esse equipamento. Respeito sem reclamar as travas na arquitetura do produto, pago todos os aplicativos que considero úteis e confiava que receberia o mesmo tratamento da Apple.) A atualização não deu certo, o equipamento travou, a única solução indicada pelo fabricante era reinstalar o sistema operacional - o que implicava em apagar tudo o que tinha dentro. Aceitei a solução confiando que poderia restaurar a configuração anterior usando essa funcionalidade do próprio ITunes. Mas nada disso funcionou.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O que eu faço? Processo a Apple por um conteúdo que não existe mais? Qual é a perspectiva que eu tenho de vencer uma disputa judicial contra uma empresa desse tamanho sendo que mesmo os meus recursos de tempo são limitados. E como provar o valor do que estava ali dentro e como quantificar esse valor?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já adianto a resposta: o que eu perdi não tem valor porque não pode ser ressarcido. Foram embora os PDFs anotados de duas disciplinas e dois grupos de estudo do meu curso de mestrado. Os PDFs eu tenho guardados, mas os sublinhados, os comentários no canto das centenas de páginas lidas nos últimos dois meses, isso desapareceu para sempre. Mais do que o valor abstrato que esse conteúdo parece ter, essas marcações teriam a função prática e objetiva de facilitar o meu acesso a determinados trechos de informação e a reflexões para a produção, por exemplo, das avaliações das disciplinas que estou cursando e também da dissertação que vou escrever. Que preço tem isso? &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Não vou dizer que vou vender o IPad. Acho que ele continua sendo um produto útil. E, sim, vou tomar mais cuidado da próxima vez, mas também da próxima vez vou levar em consideração, na hora de escolher um tablet, se o equipamento trava ou facilita o backup de conteúdo. Porque o IPad, pela forma como está configurado, força ou comanda o usuário - particularmente o com menos conhecimento técnico - a depender do ITunes para fazer backup. Uma tarefa relativamente fácil, que seria copiar para um lugar seguro os meus preciosos PDFs comentados, se torna complexa e dá margem a esse tipo de efeito colateral.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se a empresa não é capaz de garantir o bom funcionamento do produto nas condições que ela estabelece e se a empresa encherga seus interesses como sendo contrários aos de seus consumidores, não deve exigir o &amp;#8220;bom funcionamento&amp;#8221; do consumidor em relação à tomada de atitude para defender os interesses deles.&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/2153501761</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/2153501761</guid><pubDate>Thu, 09 Dec 2010 07:23:21 -0400</pubDate></item><item><title>Apesar do IPad, continuo consumindo livros de papel</title><description>&lt;p&gt;Vira e mexe encontro textos defendendo o livro de papel. Me parece assunto oco. Não me pergunto se o livro de papel continuará existindo ou se será substituído pelo ebook reader.  Nessa órbita de assuntos, os problemas interessantes são:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;-  Qual é o grau de controle que o leitor terá do produto que comprar?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- Qual será a nova função a ser desempenhada pelas editoras no momento em que coordenar impressão e distribuição deixa de ser necessário?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- E ainda: o conceito de livro enquanto artefato para a transmissão de cultura sobreviverá ou se transmutará, por exemplo, em algo parecido com jogos ou quebra-cabeças narrativos, pela aplicação da interatividade e da animação?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O problema de ter o texto impresso em papel, o carinho pelo objeto físico, é compensado por outras vantagens: ter dicionário integrado para consultar instantâneamente, poder ajustar o contraste da página e - difícil de conceber -ter sempre a própria biblioteca a tiracolo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Li recentemente anúncios &lt;a title="clique para ler" target="_blank" href="http://www.dailymail.co.uk/sciencetech/article-1296180/E-book-sales-outstripping-real-books-time-claims-Amazon.html"&gt;da Amazon&lt;/a&gt; e &lt;a title="clique para ler" target="_blank" href="http://www.guardian.co.uk/business/marketforceslive/2010/oct/25/pearson-lifts-forecast-digital-books"&gt;da Pearson&lt;/a&gt; sobre crescimento expressivo na venda de ebooks, mas, ao contrário de trazer estabilidade, a mudança de plataforma de papel para digital deve aumentar a instabilidade no setor. É uma opinião fundada em experiência direta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Um dos estímulos para comprar o IPad foi para fazer esse salto e, para a minha surpresa, depois de um mês, ainda não comprei nenhum ebook contra quatro novas aquisições impressas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Movido pelo desejo de comprar livros automaticamente a partir de uma (supostamente) quase infinita variedade de opções, investi algumas horas nos últimos 30 dias tentando encontrar algo para ler no catálogo de ebooks da Amazon. E nada.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Uma parte do problema tem a ver com preço. O livro de papel tem um componente físico que aparentemente faz com que o preço dos itens seja parecido, digamos: algo entre US$15 e US$25. Já o ebook varia de grátis, passando pelos bem baratos - em torno de US$1 - por serem conhecidos e com copyright vencido, até os que valem mais de US$10.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Isso prejudica o sistema de avaliação que é uma das vantagens oferecidas pela Amazon. Livros grátis e quase grátis tendem a ser muito mais adquiridos, mas, nesse caso, &amp;#8220;mais vendido&amp;#8221; não é um indicativo preciso de novidade interessante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Há outro elemento que dificulta a experiência de compra: no mercado americano, o livro é disponibilizado em dois momentos, primeiro como capa-dura, que é mais caro, e meses depois como capa-mole. E parece que o ebook só fica disponível junto com a edição mais batata.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O resultado é que a publicidade para o lançamento do livro não serve para alavancar a venda dos ebooks, que neste ponto ainda não estão disponíveis. Quando eles finalmente aparecem, a ferramenta de busca por avaliação, pelo motivo descrito acima, não serve para diferenciar as novidades bacanas dos muitos outros volumes com preços variáveis.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Já a experiência de ir a uma livraria tem sido um tormento, mas pelo motivo oposto: há estantes, os livros mais novos e interessantes estão em destaque e após uma passagem de olhos já estou fisgado. Em minutos descubro coisas que passaram a fazer falta quando eu descobri sua existência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A aceleração do crescimento da venda de livros se deu APESAR da indisponibilidade de prateleiras digitais eficientes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fico me perguntando como está o cotidiano das pessoas que tem vivido esse processo, cada vez mais levados à beira do abismo de ter que mudar a hierarquia do produto, transformando o ebook em prioridade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Milhares de livros disponibilizados a baixo custo, em formato digital, e seus produtores tendo que sobreviver comercialmente frente a possibilidade de popularização de softwares para quebrar a proteção desses arquivos e disponibilizá-los nas redes abertas de compartilhamento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim, talvez o livro deixe de ser a galinha de ovos das editoras e se torne a isca &amp;#8220;freemium&amp;#8221; para algum outro modelo de negócio que envolva, por exemplo, algum tipo de curso online. Por que não?&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/1518209635</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/1518209635</guid><pubDate>Mon, 08 Nov 2010 16:49:09 -0400</pubDate></item><item><title>O que é que o IPad tem?</title><description>&lt;p&gt;Eu não fui com a cara do IPad de princípio, mas pessoas muito inteligentes e espertas que eu conheço compraram e ouvi de uma delas que considerava-o um produto revolucionário.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A oportunidade apareceu para eu comprar um desses &amp;#8220;IPhones tamanho família&amp;#8221;, como escutei alguém explicar do que se tratava o IPad para o amigo do lado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sim, ele é ergonomicamente feito para ser usado em movimento. Você já tentou usar um laptop enquanto espera em uma fila de banco?&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Sim, o monitor é sensível e tudo é ajustado e comandado segundo o contexto do programa que está sendo usado.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;E sim, ele funciona bem para quem quer ler material em PDF ou consumir ebooks. &lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Mas esses não são, para mim, o que está na raiz da inovação trazida pelo IPad. (Aliás, é um produto que geralmente passa a fazer mais sentido a partir do uso cotidiano. É difícil &amp;#8220;sacar&amp;#8221; o IPad sem explorá-lo no dia-a-dia.)&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;A grande mudança trazida pelo IPad - e isso talvez seja lugar comum para usuários de IPhone - é a transformação do conceito de &amp;#8220;programa&amp;#8221; - o que é e para que serve.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Para o usuário comum de computador, o programa tem pelo menos duas características: é um arquivo pesado e é caro. Logo, comprar (ou baixar) e instalar um programa requer um grau de expertise no manuseio da máquina.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Nos acostumamos a tratar programas como uma espécie de louça cara e que deve ser mexida (instalada ou desinstalada) com atenção.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;O IPhone e agora o IPad re-significaram essa ideia simplificando radicalmente o processo de buscar, instalar, testar e depois comprar um programa. E eles deixaram de ser coisas grandes e caras que fazem dezenas de coisas para, a um preço acessível, se tornar pequenos resolvedores de problemas pontuais.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Um estudante universitário vai encontrar várias alternativas que sirvam para ajudalo naquilo que é peculiar à sua rotina e hábitos. Um engenheiro terá outros aplicativos à disposição, e assim por diante.&lt;/p&gt;

&lt;p&gt;Por muito pouco, o IPad não substitui o computador. Pode substituir, mas faz falta uma saída USB. E em muitos outros aspectos, o que ele entrega para o usuário é superior ao que mesmo um laptop pode fazer.&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/1473307622</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/1473307622</guid><pubDate>Wed, 03 Nov 2010 18:28:11 -0300</pubDate></item><item><title>protoantropologia 02: como ler um livro?</title><description>&lt;p&gt;o argumento do autor é que há livros que não precisam ser lidos do começo ao fim. &amp;#8220;a gente nunca vai entender absolutamente tudo, certo?&amp;#8221; - ele argumenta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;vou resumir a técnica dele a seguir, mas fica o registro, nao sei se por costume - ou preguiça, moralismo ou, sei lá, rebeldia, virtude - mas uma parte de mim resiste a essa proposta.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;parece que estamos no fastfood do mundo acadêmico. devore a maior quantidade possível de informação ou seja devorado. e a história do movimento slow? apesar de eu ser super ansioso e agitado, talvez neste caso eu ainda não tenha entrado na onda.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;é utópico querer desfrutar do que se faz? se essa dinâmica é um dado de realidade, por isso temos que aceitar essa realidade? ou a realidade está doente? [fim do desabafo]&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;basicamente, a proposta do autor é que a leitura seja feita de forma objetiva de maneira a se chegar ao conteúdo desejado/necessário. algumas dicas são:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- fazer tres leituras: a. recolhendo informações gerais, sacando o texto; b. (a mais demorada) refletindo sobre o assunto; c. escrevendo o que se entendeu para fixar o conteúdo e poder encontrá-lo facilmente depois.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- definir metas para terminar a leitura segundo o seu tempo disponível. ele tem como tempo standard para leitura 5 horas para um livro de 250 páginas, incluindo as três partes do processo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;- ele defende a leitura integral do livro, mas dando mais atenção a partes de concentração de conteúdo como introdução, conclusão, começo e fim dos capítulos, ilustrações.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;é mais ou menos assim. voce pode ver o texto todo, que tem menos de dez páginas, &lt;a title="dowload do pdf" href="http://www.google.com/url?sa=t&amp;amp;source=web&amp;amp;cd=1&amp;amp;ved=0CBUQFjAA&amp;amp;url=http%3A%2F%2Fwww.si.umich.edu%2F~pne%2FPDF%2Fhowtoread.pdf&amp;amp;rct=j&amp;amp;q=how%20to%20read%20a%20book%20edwards%202008&amp;amp;ei=y0m3TI_CLtKd4Qa-udSpCQ&amp;amp;usg=AFQjCNFfWxtaujxBk2J2V4JiicOZDiJyiw&amp;amp;sig2=MYkEvPqRAXb5PD5YzVwJuA&amp;amp;cad=rja" target="_blank"&gt;aqui&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/1314255118</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/1314255118</guid><pubDate>Thu, 14 Oct 2010 15:21:25 -0300</pubDate><category>dica</category><category>sugestão</category><category>graduação</category><category>leitura</category><category>como faz</category><category>ler</category><category>velocidade</category><category>produtividade</category></item><item><title>protoantropologia 01: etnografia do velho novo estudante</title><description>&lt;p&gt;de volta à escola. levo na mochila um laptop e um caderno de notas. ainda terei a perspectiva de optar entre um ebook reader e cópias impressas dos textos semanais. e a dúvida é recorrente, em aula ou na biblioteca, e ela é: onde anotar? o costume antigo é anotar no caderno e nas bordas dos livros e das cópias. mas isso invariavelmente encontrará o caminho para o registro digital. e nao se perder, se misturar, sumir, sujar entre agora e o tempo que isso for necessário. também há o tema do retrabalho: para que fazer as coisas duas vezes? por outro lado, me desconcentro fazendo anotaçoes no teclado durante as classes. ps. ah, e ainda vou fazendo anotações em áudio.&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/1312092536</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/1312092536</guid><pubDate>Thu, 14 Oct 2010 06:12:34 -0300</pubDate><category>nota</category><category>anotação</category><category>antro</category><category>etnografia</category><category>técnica</category><category>registro</category></item><item><title>Basic Yoga for Beginners, a 5 Minute Demonstration by Amy Hyde...</title><description>&lt;iframe width="400" height="323" src="http://www.youtube.com/embed/IaSZteagDAU?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=IaSZteagDAU&amp;playnext_from=TL&amp;videos=wN_yWDWbo_g" target="_blank"&gt;Basic Yoga for Beginners, a 5 Minute Demonstration by Amy Hyde at Lifewellness Institute&lt;/a&gt; (via &lt;a href="http://youtube.com/user/RaineyReitman1" target="_blank"&gt;RaineyReitman1&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/828478049</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/828478049</guid><pubDate>Sun, 18 Jul 2010 14:51:10 -0300</pubDate></item><item><title>YouTube - A vida em um dia Certeza que eu vou participar. Vamos?</title><description>&lt;iframe width="400" height="240" src="http://www.youtube.com/embed/KN3kduHuioU?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?feature=player_embedded&amp;v=KN3kduHuioU&amp;eurl=http%3A%2F%2Fwiad-playlist.appspot.com%2Fswf%2Fwiad.swf#!" target="_blank"&gt;YouTube - A vida em um dia&lt;/a&gt; Certeza que eu vou participar. Vamos?&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/828469479</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/828469479</guid><pubDate>Sun, 18 Jul 2010 14:48:17 -0300</pubDate></item><item><title>Yoga Breathing Techniques (via monkeyseevideos)</title><description>&lt;iframe width="400" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/SkFSIfvWOAQ?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=SkFSIfvWOAQ&amp;feature=channel" target="_blank"&gt;Yoga Breathing Techniques&lt;/a&gt; (via &lt;a href="http://youtube.com/user/monkeyseevideos" target="_blank"&gt;monkeyseevideos&lt;/a&gt;)&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/828459975</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/828459975</guid><pubDate>Sun, 18 Jul 2010 14:45:03 -0300</pubDate></item><item><title>Basic Yoga Routine (via monkeyseevideos) Estou selecionando...</title><description>&lt;iframe width="400" height="300" src="http://www.youtube.com/embed/z0i1BZFcZuE?wmode=transparent&amp;autohide=1&amp;egm=0&amp;hd=1&amp;iv_load_policy=3&amp;modestbranding=1&amp;rel=0&amp;showinfo=0&amp;showsearch=0" frameborder="0" allowfullscreen&gt;&lt;/iframe&gt;&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;p&gt;&lt;a href="http://www.youtube.com/watch?v=z0i1BZFcZuE" target="_blank"&gt;Basic Yoga Routine&lt;/a&gt; (via &lt;a href="http://youtube.com/user/monkeyseevideos" target="_blank"&gt;monkeyseevideos&lt;/a&gt;) Estou selecionando alguns videos para me exercitar antes durante viagens. Acho que pode ser uma maneira legal de dar início a uma rotina de alongamento e exercício antes de me comprometer com a rotina de um curso pago&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/828445845</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/828445845</guid><pubDate>Sun, 18 Jul 2010 14:40:08 -0300</pubDate></item><item><title>Oficina de Formação de Educadores em Midias</title><description>&lt;p&gt;A oficina tem como objetivo formar educadores para utilização das linguagens audiovisuais em instituições de ensino e projetos sociais e culturais.  A cada encontro serão apresentados fundamentos expressivos de cada linguagem, aspectos metodológicos e avaliação de projetos desenvolvidos no Brasil, além da análise de materiais pedagógicos disponíveis. &lt;a target="_blank" href="http://www.mnemocine.com.br/midiaeduc/"&gt;Mais informaçõe&lt;/a&gt;s:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Dias e horários: de 05 a 09 de julho das 18h30 as 22h30&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Carga horária&amp;#160;: 20&amp;#160;hs/aula&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Valor&amp;#160;: R$ 150.00&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Vagas&amp;#160;: máximo de 20 participantes  (obs: a oficina será realizada com um mínimo de 12 inscritos)&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Local&amp;#160;: CineGalpão - R. Scipião 138 - Lapa&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/734679061</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/734679061</guid><pubDate>Fri, 25 Jun 2010 11:32:58 -0300</pubDate></item><item><title>Tecnologias digitais e a educação escolar, curso de Lilian Starobinas</title><description>&lt;p&gt;A inserção cada vez mais ampla de computadores e celulares em nosso cotidiano demanda reflexão sobre a natureza desses meios e as alterações que eles podem aportar nos formatos das relações sociais. É de grande importância, nesse contexto, que a escola ponha em pauta temas centrais sobre a produção e consumo de conhecimento, ética na utilização desses recursos e sobre a dinâmica social subjacente à interação virtual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Esta reflexão constitui a base de posicionamentos mais claros na orientação dos alunos e das próprias famílias. Esse curso se propõe a observar o funcionamento de algumas dessas ferramentas, buscando a otimização de seu uso e a investigação sobre os tipos de conflitos mais comuns que delas decorrem.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O programa mesclará momentos de discussão teórica e contato direto com softwares e conteúdos da internet, atento às diferenças de experiência com o uso de tecnologias dos diversos participantes.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Conteúdo:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;·“Tecnologias da inteligência”: as ferramentas da educação ao longo da história&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;· Formas de “estar” na Rede: ambientes virtuais de aprendizagem, redes sociais, conteúdos indexados online (imagens, vídeos, música, links).&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;· Torpedos, mensagens instantâneas, listas de discussão, redes sociais: implicações dos tempos e espaços da comunicação digital.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;· Gestão do tempo no acesso à informação: ferramentas de facilitação&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;· Redes sociais: novos muros ou novas formas de sociabilidade?&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;· A autoria nas situações educacionais: Recursos Educacionais Abertos e a cultura da participação.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;· As fronteiras da exposição e da privacidade na era das mídias digitais.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;· A segurança na internet: entre a proteção e o controle.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;· Educação e cibercultura: intensificando o diálogo entre a escola e a sociedade.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Carga Horária: 30 horas Professora: Lilian Starobinas, doutora em Educação pela FE- USP e mestre em História Social pela FFLCH-USP. Professora do Ensino Médio da Escola Vera Cruz. Autora do blog &lt;a href="http://discursocitado.blogspot.com" target="_blank"&gt;http://discursocitado.blogspot.com&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;vagas: 30&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;encontros: 10&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;carga horária: 30h&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;data: 2as feiras 16/08, 23/08, 30/08, 13/09, 20/09, 27/09, 04/10, 18/10, 25/10 e 08/11&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;horário: 19h às 22h&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;início: 16/08/2010&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;término: 08/11/2010&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Preço: R$660,00&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Maiores informações e incrições pelo e mail ise@veracruz.edu.br Tel.  38385992 (das 13h às 20h)&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/734285852</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/734285852</guid><pubDate>Fri, 25 Jun 2010 08:33:00 -0300</pubDate></item><item><title>Outro caso de miopia corporativa</title><description>&lt;p&gt;No ano passado, ao concluir a produção do livro &lt;a target="_blank" href="http://www.naozero.com.br/para-entender"&gt;Para Entender a Internet&lt;/a&gt;, pensei que, além de disponibilizá-lo em PDF, seria útil que ele tivesse uma página na Web com todos os textos. O conteúdo ficaria mais &amp;#8220;encontrável&amp;#8221; pelos mecanismos de busca e o internauta poderia ler alguns artigos antes de decidir se queria fazer o &lt;a target="_blank" href="http://dl.dropbox.com/u/1148433/Para%2Bentender%2Ba%2BInternet.pdf"&gt;download (grátis) do PDF&lt;/a&gt;.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Eu poderia ter criado um wiki para o livro, mas optei pelo Blogger por conta da integração com o Google. Em resumo, usei o serviço de publicação para disponibilizar artigos registrados com licença Creative Commons de um livro gratuito. E não coloquei absolutamente nenhuma publicidade, nem banner, nem link comercial no meio do conteúdo.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;No final do mês passado, recebi um email da &amp;#8220;Equipe do Blogger&amp;#8221; dizendo que eu deveria cadastrar essa página do Para Entender para uma revisão ou ela seria apagada. Não entendi o propósito da consulta - afinal, o site estava aberto e podia ser revisado independentmente da minha autorização -, mas, como argumentar com as corporações é tarefa ingrata, cliquei no link e dei o consentimento.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Acabo de receber um email me comunicando que a página onde estava o Para Entender foi tirada do ar porque foi considerada spam.&lt;/strong&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Spam?! &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Entendo que não se tratava de um blog convencional na medida em que ele tinha conteúdo fixo, estático, fora as mensagens deixadas na área de comentários. Agora, justificar a suspensão do blog por spam (&amp;#8220;mensagem comercial não-solicitada&amp;#8221;) é uma declaração de incompetência.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Nem uma linha de tudo o que estava naquelas páginas vendia ou promovia serviço ou mercadoria de qualquer espécie. Era um livro grátis com artigos sobre internet e cultura digital&lt;/strong&gt;. Só isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Fico tentando entender o que aconteceu, mas não posso me comunicar com eles. A mensagem - leia abaixo - não traz um link para o caso de o &amp;#8220;acusado&amp;#8221; querer se defender. A mensagem em si também não dá margem para isso.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Será que o Blogger/Google fez uma revisão mecânica com robôs e o sistema &amp;#8220;deduziu&amp;#8221; que, pelo conteúdo ser estático e pela quantidade de links para download, havia grande probabilidade de se tratar de spam. Mas ninguém revisou? Nenhuma linha foi lida para tirar a prova? E por que não existe canal para o usuário entrar em contato? &lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Me senti como se estivesse em um Estado totalitário. Sentença sumária, tomada por não se sabe quem, sem direito a apelação e, pior de tudo, sem nenhum motivo. Apenas o velho bordão: &amp;#8220;Ordens são ordens.&amp;#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim, essa é a história e quem quiser comprovar, pode abrir o &lt;a target="_blank" href="http://webcache.googleusercontent.com/search?q=cache:31tXCBwX-p8J:paraentenderainternet.blogspot.com/+para+entender+a+internet&amp;amp;cd=1&amp;amp;hl=pt-BR&amp;amp;ct=clnk&amp;amp;gl=br"&gt;cache da página&lt;/a&gt; para ver como ela existiu, depois tentar abrir o endereço &lt;a href="http://paraentenderainternet.blogspot.com/" target="_blank"&gt;&lt;a href="http://paraentenderainternet.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://paraentenderainternet.blogspot.com/&lt;/a&gt;&lt;/a&gt; para comprovar que ela está fora do ar e finalmente ler a seguir a notificação da sentença:&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;date	Fri, May 28, 2010 at 5:11 AM subject	&lt;a href="http://paraentenderainternet.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://paraentenderainternet.blogspot.com/&lt;/a&gt; foi excluído signed-by	google.com hide details 5:11 AM (3 hours ago) &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; Olá,       Seu blog em &lt;a href="http://paraentenderainternet.blogspot.com/" target="_blank"&gt;http://paraentenderainternet.blogspot.com/&lt;/a&gt; foi analisado e confirmado para violação dos nossos Termos de Serviço relacionados a: SPAM. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;De acordo com esses termos, removemos o blog e o URL não está mais acessível. &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt;Para obter mais informações, consulte os seguintes recursos: &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; Termos de Serviço do Blogger: &lt;a href="http://blogger.com/terms.g" target="_blank"&gt;http://blogger.com/terms.g&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; Política de Conteúdo do Blogger: &lt;a href="http://blogger.com/content.g" target="_blank"&gt;http://blogger.com/content.g&lt;/a&gt; &lt;/em&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;em&gt; -A Equipe do Blogger&lt;/em&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/640585594</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/640585594</guid><pubDate>Fri, 28 May 2010 09:12:37 -0300</pubDate></item><item><title>Digital Natives Research Project Coordinator – Job Advertisement</title><description>&lt;p&gt;The Centre for Internet and Society, Bangalore, in collaboration with Hivos Netherlands, is looking for a Research Project Coordinator to help develop a knowledge network and coordinate international workshops for the project “Digital Natives with a Cause?”&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;The job profile is as follows:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;1.       Coordinating international workshops in liaison with regional partners to produce content for a book mapping technology mediated interventions by young people in different parts of the world.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;2.       Developing a knowledge network of stakeholders in emerging Information Societies in the Global South, to document debates, discussions and ideas in the field of Digital Natives.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;3.       Working closely with academic researchers, scholars, and practitioners in the development sector to develop content for an international website on Digital Natives.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;4.       Supervise and coordinate the production of the Digital Natives research in print and digital content.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;5.       Strategise and execute dissemination, design and&lt;br/&gt;collaboration strategies for developing the Digital Natives research areas.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;6.       Supervising intellectual and financial logistics for the project. The candidate should be below 35 years of age and have fluent familiarity with digital platforms, trends, fashions and activities. Excellent communication and planning skills and the ability to work sensitively with partners in different countries and contexts are&lt;br/&gt;expected.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Candidates with an advanced degree in Sociology, Culture Studies, Communication and Management, with experience in international programme/project management within the development sector or those&lt;br/&gt;working in the field of youth-politics/youth-technology with experience in international collaborative projects will be given preference.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;The job is based in Bangalore but requires a fair amount of international travel for logistical and substantial coordination. The position will open in May and is full-time. The position will be supported by two Project Associates who shall be selected in consultation with the Research Project Coordinator.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Consolidated consultation fees will be in the range of 34,000 – 45,000 Rupees per month commensurate with experience. International travel and per diem will be provided based on established CIS standards.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Send in applications in SOFT COPY ONLY, along with an updated CV and samples of writing or project deliverables to &lt;a&gt;nishant@cis-india.org&lt;/a&gt; by the 25th of April 2010. The Digital Natives with a Cause? Report is&lt;br/&gt;available on the CIS website for further reference at&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;&lt;a&gt;&lt;a href="http://www.cis-india.org/publications/cis/nishant/dnrep.pdf/view" target="_blank"&gt;http://www.cis-india.org/publications/cis/nishant/dnrep.pdf/view&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/515741685</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/515741685</guid><pubDate>Mon, 12 Apr 2010 10:59:52 -0300</pubDate></item><item><title>Receita para a atualização do sistema operacional do Nokia</title><description>&lt;p&gt;O N97 é um aparelho bacana para se produzir conteúdo (audio, foto, video) e também para se acessar e utilizar os recursos da internet. Ao mesmo tempo, ele exige um grau de destreza para faze-lo funcionar da melhor maneira possível. Isso inclui, entre outras coisas, saber atualizar o sistema operacional do telefone.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;É possível que estar usando a versao antiga do sistema operacional fosse o motivo para o celular estar dando pau continuamente. Ele estava travando em situações chatas. Uma vez, gravei uma entrevista em video de vários minutos que desapareceu. Isso abala a confiança no aparelho.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Enfim, um amigo - Luiz Paulo Rosa - teve o cuidado de me mandar uma receita passo a passo para checar a versao do sistema operacional e depois para atualiza-lo. Segui as indicações e a atualização aconteceu sem problemas. Fica, então, a receita para quem mais estiver tendo problemas. Pelo que eu entendi, ela vale para qualquer smartphone Nokia.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;strong&gt;Confira se voce precisa fazer a atualização:&lt;/strong&gt; Digite *#0000# e verifique a versão do seu firmware. Qualquer coisa menor que 21.0.045 indica que você deve atualizar. Como o seu telefone não veio de operadora, é muito provável que você receba o FW mais atual.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ingredientes:&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;1 Nokia Software Updater ( &lt;a&gt;&lt;a href="http://www.nokia.co.uk/support/download-software/device-software-update" target="_blank"&gt;http://www.nokia.co.uk/support/download-software/device-software-update&lt;/a&gt;&lt;/a&gt; )&lt;br/&gt;1 computador com Windows (Vista ou XP, melhor se for XP)&lt;br/&gt;1 N97&lt;br/&gt;1 dose e 1/2 de paciência&lt;br/&gt;1/2 dose de sorte&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Caso não tenha a sorte, é recomendado usar uma conta Ovi (&lt;a&gt;&lt;a href="http://www.ovi.com" target="_blank"&gt;http://www.ovi.com&lt;/a&gt;&lt;/a&gt; )&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Preparo&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Com a conta Ovi, faça uma sincronização de contatos, agenda, notes e tudo mais que estiver disponível (lembre de sincronizar também o Ovi Maps para não perder seus Landmarks)&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Não use o Backup do PC Suite! Se quiser salvar alguma coisa use a conta Ovi.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;- Carregue totalmente a bateria do telefone&lt;br/&gt;- Instale o Nokia Software Updater (NSU)&lt;br/&gt;- Retire o telefone da tomada&lt;br/&gt;- Mude o perfil para &amp;#8220;Normal&amp;#8221; e mude para um tema padrão (um dos que vieram com o telefone)&lt;br/&gt;- Desabilite qualquer widget online da sua home screen&lt;br/&gt;- Inicie o NSU no computador &lt;br/&gt;- Conecte o telefone e siga as instruções na tela. Não mexa no telefone até o NSU te autorizar! O telefone vai sofrer alguns desmaios durante o processo, é normal. &lt;br/&gt;&lt;br/&gt;O N97, assim como o meu 5800 tem o que a Nokia chama de UDP (User Data Preservation). Isso quer dizer que ao atualizar ele não vai formatar o telefone e desinstalar tudo que você tem, como acontecia no N95.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;Outra alternativa, para quem tem coração forte, é atualizar OTA (Over the Air). Eu atualizei o meu 5800 assim e deu certo de primeira, mas é fato que o 5800 é muito mais estável que o N97.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Se você optar por essa receita, pule o terceiro passo do preparo e no quarto passo escolha no telefone a opção &amp;#8220;Check for updates&amp;#8221; e siga as instruções no telefone.&lt;br/&gt;&lt;br/&gt;É isso. &lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/477998791</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/477998791</guid><pubDate>Sat, 27 Mar 2010 21:38:11 -0300</pubDate></item><item><title>Uma Antropologia do Ciberespaço e no Ciberespaço</title><description>&lt;a href="http://"&gt;Uma Antropologia do Ciberespaço e no Ciberespaço&lt;/a&gt;: &lt;p&gt;Coordenadoras: ELIANE TÂNIA FREITAS (UFRN) e LAURA GRAZIELA GOMES (UFF)  O grupo de trabalho se propõe a refletir e discutir, em dois planos distintos, os aspectos e experiências do ciberespaço e no ciberespaço. No primeiro plano (do ciberespaço) os aspectos operacionais, tecnológicos e cognitivos presentes no consumo das diferentes plataformas online. Por que tantas pessoas têm Orkut? Ou um blog? O que leva as pessoas a investirem mais em algumas plataformas do que em outras? Necessidade, acessibilidade, usabilidade ou moda? No segundo plano (no ciberespaço), discutir fenômenos como as interações sociais que cada uma dessas plataformas promovem, suas possibilidades, limites, efeitos sociais. O que seria valorizado, enfatizado em cada uma? Assim, nosso GT se inscreve no campo de discussões especificamente voltado para uma antropologia do Ciberespaço, da Cibercultura e do Consumo de Tecnologias Digitais no mundo contemporâneo. Daremos especial ênfase a reflexões originadas de estudos etnográficos, inclusive com a necessária problematização da prática de trabalho de campo online e da experiência etnográfica nela implicada. Tratar-se-ia de uma experiência singular, frente a outras etnografias, realizadas offline? Em que medida e em quais aspectos? Assim, esperamos que o espaço do GT seja também um espaço para discussões metodológicas no campo da nossa disciplina.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;Reunião Brasileira de Antropologia (27a RBA)&lt;br/&gt;1 a 4 de agosto de 2010, Belém – PA&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;span&gt;*As inscrições de resumos para os GTs ainda não estão abertas e serão realizadas diretamente no site da ABA - &lt;a target="_blank" href="http://www.abant.org.br/index.php?page=0"&gt;&lt;a href="http://www.abant.org.br" target="_blank"&gt;http://www.abant.org.br&lt;/a&gt;&lt;/a&gt;&lt;br/&gt;&lt;/span&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/443594868</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/443594868</guid><pubDate>Fri, 12 Mar 2010 13:13:28 -0400</pubDate></item><item><title>Bibliografia sobre Internet e cultura digital</title><description>&lt;p&gt;&lt;b&gt;History of the Internet&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Michael Hauben and Ronda Hauben &lt;a href="http://www.amazon.com/Netizens-History-Impact-Internet-Perspectives/dp/0818677066/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258024191&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;Netizens: On the History and&lt;br/&gt; Impact of Usenet and the Internet&lt;/a&gt; (1997)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt;Critical approaches to the Internet&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Jack Goldsmith and Tim Wu: &lt;a href="http://www.amazon.com/Who-Controls-Internet-Illusions-Borderless/dp/0195340647/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;qid=1258022848&amp;amp;sr=8-1-fkmr0" target="_blank"&gt;Who controls the Intenet – illusions of a&lt;/a&gt; &lt;a href="http://www.amazon.com/Who-Controls-Internet-Illusions-Borderless/dp/0195340647/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;qid=1258022848&amp;amp;sr=8-1-fkmr0" target="_blank"&gt;borderless world&lt;/a&gt; (2006)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Marcus Leaning: &lt;a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Internet-Power-Society-Rethinking-Change/dp/1843344521/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1259059515&amp;amp;sr=8-1"&gt;The internet power and society: rethinking the power of the internet to change lives&lt;/a&gt; (2009)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Martin Lister, Jon Dovey, Seth Giddings, Iain Grant, and Kieran Kelly: &lt;a href="http://www.amazon.com/New-Media-Introduction-Martin-Lister/dp/0415431603/ref=wl_it_dp_o?ie=UTF8&amp;amp;coliid=I3ICJ12ALCXDHR&amp;amp;colid=1RSR9QSYEJ266#reader_0415431603" target="_blank"&gt;New Media: A Critical Introduction&lt;/a&gt; (2009)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Mathieu O’Niel: &lt;a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Cyberchiefs-Autonomy-Authority-Online-Tribes/dp/0745327966/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258706947&amp;amp;sr=1-1"&gt;Cyberchiefs: Autonomy and Authority in Online Tribes (&lt;/a&gt;2009)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Jonathan Zittrain: &lt;a href="http://www.amazon.com/Future-Internet-How-Stop/dp/0300151241/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258023319&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;The Future of the Internet: And How to Stop It&lt;/a&gt; (2008)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://www.uic.edu/htbin/cgiwrap/bin/ojs/index.php/fm/issue/view/263/showToc" target="_blank"&gt;First Monday, Volume 13, Number 3&lt;/a&gt;. A special edition edited by Michael Zimmer (2008)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Internet possibilities:&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Jeff Jarvis: &lt;a href="http://www.amazon.com/What-Would-Google-Jeff-Jarvis/dp/0061709719/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258024492&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;What Would Google Do?&lt;/a&gt; (2009)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Clay Shirky: &lt;a href="http://www.amazon.com/Here-Comes-Everybody-Organizing-Organizations/dp/0143114948/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258024430&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;Here comes everybody: The power of organizing without organizations&lt;/a&gt; (2009)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Theory and background&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Yochai Benkler: &lt;a href="http://www.amazon.com/Wealth-Networks-Production-Transforms-Markets/dp/0300125771/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258023659&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;The Wealth of Networks – How Social Production Transforms Markets and Freedom&lt;/a&gt; (2007)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Nicholas Carr: &lt;a href="http://www.amazon.com/Big-Switch-Rewiring-Edison-Google/dp/0393062287/ref=sr_1_39?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1208457435&amp;amp;sr=1-39" target="_blank"&gt;The Big Switch: Rewiring the World, from Edison to Google&lt;/a&gt; (2008)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Manuel Castells, Mireia Fernandez-Ardevol, Jack Linchuan Qiu, and Araba Sey: &lt;a href="http://www.amazon.com/Mobile-Communication-Society-Perspective-Information/dp/0262513188/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258024014&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;Mobile Communication and Society: A Global Perspective&lt;/a&gt; (2009)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Manuel Castells: &lt;a href="http://www.amazon.com/Communication-Power-Manuel-Castells/dp/0199567042/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258024120&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;Communication Power&lt;/a&gt; (2009)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;David Gauntlett and Ross Horsley: &lt;a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Web-Studies-Arnold-Publication-Ross-Horsley/dp/0340814721/ref=sr_1_5?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1259320250&amp;amp;sr=1-5"&gt;Web.Studies&lt;/a&gt; (2004)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Glen Greeber and Royston Martin: &lt;a href="http://www.amazon.com/Digital-Culture-Understanding-New-Media/dp/0335221971/ref=sr_1_3?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258023776&amp;amp;sr=1-3" target="_blank"&gt;Digital Cultures – Understanding New Media&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Leah A. Lievrouw and Sonia Livingstone: &lt;a href="http://www.amazon.com/Handbook-New-Media-Leah-Lievrouw/dp/1412918731/ref=sr_1_2?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258635250&amp;amp;sr=1-2" target="_blank"&gt;Handbook of New Media &lt;/a&gt;(2006)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Knut Lundby: &lt;a href="http://www.amazon.com/Mediatization-Concept-Consequences-Knut-Lundby/dp/1433105624/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258634756&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;Mediatization: Concepts, Changes, Consequence&lt;/a&gt;s (2009)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Digital generation&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Mizuko Ito, Sonja Baumer, Matteo Bittanti, Danah Boyd et. al: &lt;a href="http://www.amazon.com/Hanging-Out-Messing-Around-Geeking/dp/0262013363/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258024322&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;Hanging Out, Messing Around, Geeking Out: Living and Learning with New Media&lt;/a&gt; (2009)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Henry Kressel and Thomas V. Lento: &lt;a href="http://www.amazon.com/Competing-Future-Digital-Innovations-Changing/dp/0521862906/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258025887&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;Competing for the Future: How Digital Innovations are Changing the World&lt;/a&gt; (2007)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Kathryn C. Montgomery: &lt;a href="http://www.amazon.com/Generation-Digital-Politics-Commerce-Childhood/dp/0262134780/ref=sr_1_161?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1208458422&amp;amp;sr=1-161" target="_blank"&gt;Generation Digital: Politics, Commerce, and Childhood in the Age of the Internet&lt;/a&gt; (2007)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Don Tapscott: &lt;a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Grown-Up-Digital-Generation-Changing/dp/B001TI1ESY/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1259229453&amp;amp;sr=1-1"&gt;Grown up digital: how the net generation is changing your world&lt;/a&gt; (2008)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;David Weinberger: &lt;a href="http://www.amazon.com/Everything-Miscellaneous-Power-Digital-Disorder/dp/0805088113/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258025382&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;Everything is Miscellaneous: The Power of the New Digital Disorder&lt;/a&gt; (2008)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Social behaviour&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;James E. Katz and Ronald E. Rice, &lt;a href="http://www.amazon.com/Social-Consequences-Internet-Use-Involvement/dp/0262112698/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258026145&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;Social consequences of Internet use: Access, involvement and interaction&lt;/a&gt; (2002)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Howard Rheingold: &lt;a href="http://www.amazon.com/Smart-Mobs-Next-Social-Revolution/dp/0738208612/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258026064&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;Smart Mobs – The Next Social Revolution&lt;/a&gt; (2003)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Steven Vedro: &lt;a href="http://www.amazon.com/Digital-Dharma-Expanding-Consciousness-Infosphere/dp/083560859X/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;qid=1258634923&amp;amp;sr=1-1-fkmr1" target="_blank"&gt;Digital Dharma: A User’s Guide to Expanding Consciousness in the Infosphere&lt;/a&gt; (2007)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Popular culture&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Kelli S. Burns: &lt;a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Celeb-2-0-Fascination-Popular-Directions/dp/0313356882/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1259059596&amp;amp;sr=1-1"&gt;Celeb 2.0&lt;/a&gt; (2009)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Henry Jenkins: &lt;a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Convergence-Culture-Where-Media-Collide/dp/0814742955/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1259242913&amp;amp;sr=8-1"&gt;Convergence Culture: Where Old and New Media Collide &lt;/a&gt;(2008)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Social networks&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Jenny Ryan: &lt;a href="http://thevirtualcampfire.org/virtualcampfire.htm" target="_blank"&gt;The Virtual Campfire: An Ethnography of Online Social Networking&lt;/a&gt; (E-Book)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Blogs&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Michael A. Banks: &lt;a href="http://www.amazon.com/Blogging-Heroes-Interviews-Worlds-Bloggers/dp/0470197390/ref=sr_1_59?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1208457719&amp;amp;sr=1-59" target="_blank"&gt;Blogging Heroes: Interviews with 30 of the World’s Top Bloggers&lt;/a&gt; (2007)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Jill Walker Rettberg: &lt;a href="http://www.amazon.co.uk/Blogging-Jill-Walker-Rettberg/dp/0745641342/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1214810393&amp;amp;sr=8-1" target="_blank"&gt;Blogging&lt;/a&gt; (2008)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;User-generated content&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Axel Bruns: &lt;a href="http://www.amazon.com/Blogs-Wikipedia-Second-Life-Beyond/dp/0820488666/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258024972&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;Blogs, Wikipedia, Second Life, and Beyond: From Production to Produsage&lt;/a&gt; (2008)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Douglas Thomas: &lt;a href="http://www.amazon.com/Hacker-Culture-Douglas-Thomas/dp/0816633460/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258634853&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;Hacker Culture&lt;/a&gt; (2002)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Trust, privacy and ethics&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Charles Ess: &lt;a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Digital-Media-Ethics-Society/dp/0745641644/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1259320042&amp;amp;sr=8-1"&gt;Digital Media Ethics&lt;/a&gt; (2009)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Daniel J. Solove: &lt;a href="http://www.amazon.com/Future-Reputation-Gossip-Privacy-Internet/dp/0300144229/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;qid=1258633486&amp;amp;sr=1-1-fkmr0" target="_blank"&gt;The Future of Reputation: Gossip, Rumor, and Privacy on the Internet&lt;/a&gt; (2008)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Searching, finding and collective intelligence&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;John Battelle: &lt;a href="http://www.amazon.com/Search-Rewrote-Business-Transformed-Culture/dp/B000QRIHXE/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258025749&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;The Search: How Google and Its Rivals Rewrote the Rules of Business and Transformed Our Culture&lt;/a&gt; (2006)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Pierre Levy: &lt;a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Collective-Intelligence-Mankinds-Emerging-Cyberspace/dp/0738202614/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258706641&amp;amp;sr=1-1"&gt;Collective Intelligence: Mankind’s Emerging World in Cyberspace&lt;/a&gt; (2001)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Peter Morville: &lt;a href="http://www.amazon.com/Ambient-Findability-Peter-Morville/dp/0596007655/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258025634&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;Ambiant Findability&lt;/a&gt; (2005)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Cass R. Sunstein: &lt;a href="http://www.amazon.com/Infotopia-Many-Minds-Produce-Knowledge/dp/0195340671/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258025519&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;Infotopia – How Many Minds Produce Knowledge&lt;/a&gt; (2008)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Lokman Tsui: &lt;a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Hyperlinked-Society-Questioning-Connections-Digital/dp/0472050435/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258707151&amp;amp;sr=1-1"&gt;The Hyperlinked Society: Questioning Connections in the Digital Age&lt;/a&gt; (2008)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Impact on news, journalism and print&lt;br/&gt;&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Dan Gilmore: &lt;a href="http://www.amazon.com/We-Media-Grassroots-Journalism-People/dp/0596102275/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258026312&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;We the Media – Grasroots Journalism by the People, for the People&lt;/a&gt; (2006)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Jeff Gomez: &lt;a href="http://www.amazon.com/Print-Dead-Books-Our-Digital/dp/0230614469/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258633231&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;Print Is Dead: Books in our Digital Age&lt;/a&gt; (2007)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Business, marketing and innovation&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Chris Anderson: &lt;a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Long-Tail-Revised-Updated-Business/dp/B001PTG4BO/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1259229350&amp;amp;sr=8-1"&gt;The Long Tail: Why the Future of Business is selling less of more&lt;/a&gt; (2008)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;William Aspray and Paul E. Ceruzzi: &lt;a href="http://www.amazon.com/Internet-American-Business-History-Computing/dp/0262012405/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258632950&amp;amp;sr=8-1" target="_blank"&gt;The Internet and American Business&lt;/a&gt; (2008)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Andy Beal and Judy Strauss: &lt;a href="http://www.amazon.com/Radically-Transparent-Monitoring-Managing-Reputations/dp/0470190825/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;qid=1258633330&amp;amp;sr=1-1-fkmr0" target="_blank"&gt;Radically Transparent: Monitoring and Managing Reputations Online&lt;/a&gt; (2008)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Yochai Benkler: &lt;a href="http://www.amazon.com/Wealth-Networks-Production-Transforms-Markets/dp/0300125771/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;qid=1258633616&amp;amp;sr=1-1-fkmr0" target="_blank"&gt;The Wealth of Networks: How Social Production Transforms Markets and Freedom&lt;/a&gt; (2007)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Eric von Hippel: (1988). &lt;a href="http://www.amazon.com/Sources-Innovation-Eric-von-Hippel/dp/0195094220/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258633873&amp;amp;sr=1-1/" target="_blank"&gt;The Sources of Innovation&lt;/a&gt; (1988)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Eric von Hippel: &lt;a href="http://www.amazon.com/Democratizing-Innovation-Eric-Von-Hippel/dp/0262720477/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1258633980&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;Democratizing Innovation&lt;/a&gt; (2005)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Charles Leadbeater: &lt;a href="http://www.amazon.com/We-Think-Mass-innovation-mass-production/dp/1861978375/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1259312033&amp;amp;sr=1-1" target="_blank"&gt;We-Think: Mass innovation, not mass production&lt;/a&gt; (2009)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Lawrence Lessig: &lt;a href="http://www.amazon.com/Remix-Making-Commerce-Thrive-Economy/dp/B0029LHWFY/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;qid=1258633724&amp;amp;sr=1-1-fkmr0/" target="_blank"&gt;Remix: Making Art and Commerce Thrive in the Hybrid Economy&lt;/a&gt; (2008)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Don Tapscott and Anthony D. Williams: &lt;a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Wikinomics-Mass-Collaboration-Changes-Everything/dp/1591841933/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1259311871&amp;amp;sr=8-1"&gt;Wikinomics: How Mass Collaboration Changes Everything&lt;/a&gt; (2008)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;David Teten and Scott Allen: &lt;a href="http://www.amazon.com/Virtual-Handshake-Opening-Closing-Online/dp/0814472869/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;qid=1258633115&amp;amp;sr=1-1-fkmr0" target="_blank"&gt;The Virtual Handshake: Opening Doors and Closing Deals Online&lt;/a&gt; (2005)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Eric Qualman: Socialnomics: &lt;a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Socialnomics-social-media-transforms-business/dp/0470477237/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1259312289&amp;amp;sr=1-1"&gt;How social media transform the way we live and do business&lt;/a&gt; (2009)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Politics&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Garret M. Graff: &lt;a href="http://www.amazon.com/First-Campaign-Globalization-White-House/dp/B002QGSVR0/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;qid=1258634088&amp;amp;sr=1-1-fkmr0/" target="_blank"&gt;The First Campaign: Globalization, the Web, and the Race for the White House&lt;/a&gt; (2007)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Randolph Kluver, Nicholas W. Jankowski, Kirsten M. Foot and Steven M. Schneider: The Internet and National Elections: A Comparative&lt;br/&gt; Study of Web Campaigning (2007)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Health&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Monica&lt;b&gt; &lt;/b&gt;Murero and Ronald E. Rice: &lt;a href="http://www.amazon.com/Internet-Health-Care-Research-Communication/dp/0805858156/ref=sr_1_2?ie=UTF8&amp;amp;qid=1258634244&amp;amp;sr=1-2-fkmr0" target="_blank"&gt;The Internet and health care: Theory, research and practice&lt;/a&gt; (2006)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Ronald E. Rice and J.E. Katz: The Internet and health communication: Expectations and experiences (2001)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;User guides&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Ann Bell: &lt;a target="_blank" href="http://www.amazon.com/Exploring-Web-2-0-Generation-Interactive/dp/1441449868/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;s=books&amp;amp;qid=1259229661&amp;amp;sr=1-1"&gt;Exploring Web 2.0: Second Generation Interactive Tools&lt;/a&gt; (2009)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;Software&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Christopher M. Kelty: &lt;a href="http://www.amazon.com/Two-Bits-Cultural-Significance-Software/dp/0822342642/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;qid=1258634536&amp;amp;sr=1-1-fkmr0" target="_blank"&gt;Two Bits: The Cultural Significance of Free Software. Durham&lt;/a&gt; (2008)&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Eric S. Raymond: &lt;a href="http://www.amazon.com/Cathedral-Bazaar-Musings-Accidental-Revolutionary/dp/0596001088/ref=sr_1_1?ie=UTF8&amp;amp;qid=1258634676&amp;amp;sr=1-1-fkmr0" target="_blank"&gt;The Cathedral &amp;amp; the Bazaar: Musings on Linux and Open Source by an Accidental Revolutionary &lt;/a&gt;(2000)&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;ARTICLES&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Social media&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Jill Walker Rettberg: &lt;a href="http://ejc.sagepub.com/cgi/content/abstract/24/4/451" target="_blank"&gt;Freshly Generated for You, and Barack Obama – How Social Media Represent Your Life&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Web 2.0&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;O’Reilly &lt;a href="http://oreilly.com/web2/archive/what-is-web-20.html" target="_blank"&gt;What is Web 2.0&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;&lt;b&gt;OTHER RESOURCES&lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;b&gt; &lt;/b&gt;&lt;/p&gt;
&lt;ul&gt;&lt;li&gt;Danah Boyd: &lt;a href="http://www.danah.org/SNSResearch.html" target="_blank"&gt;Research on Social Network Sites&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Danah Boyd: &lt;a href="http://www.danah.org/TwitterResearch.html" target="_blank"&gt;Research on Twitter and Microblogging&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Social Media: &lt;a href="http://www.chrisbrogan.com/20-free-ebooks-about-social-media/" target="_blank"&gt;20 free e-books about social media&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;Jay Rosen: &lt;a href="http://journalism.nyu.edu/pubzone/weblogs/pressthink/" target="_blank"&gt;Journalism&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;li&gt;&lt;a href="http://webnographers.org/" target="_blank"&gt;Webnographers.org&lt;/a&gt;&lt;/li&gt;
&lt;br/&gt;&lt;/ul&gt;&lt;p&gt;Foto:&lt;a href="http://lindaeo.wordpress.com/2009/11/19/tips-til-b%c3%b8ker-og-artikler-om-den-sosiale-veven/" target="_blank"&gt; Tips til bøker og artikler om den sosiale veven! (List of resources on the Social Web) «&amp;#160;Lindas mediehjørne&lt;/a&gt;&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/263684767</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/263684767</guid><pubDate>Mon, 30 Nov 2009 13:50:49 -0400</pubDate></item><item><title>"Comprar samba? Você está maluco?" Ou o que Cartola tem a dizer sobre a pirataria</title><description>&lt;p&gt;O texto abaixo é &lt;a href="http://www.tvcultura.com.br/aloescola/artes/cartola/" target="_blank"&gt;a transcrição&lt;/a&gt; de uma das falas do Cartola, compositor iluminado de sambas, durante o programa MPB Especial transmitido originalmente em 1973 pela TV Cultura.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Sempre que escuto esse trecho, fico pensando em P2P, compartilhamento e tudo o mais que passou a ser assunto de debate depois da popularização da Rede. E o curioso é a reação do Cartola diante da proposta de comprarem um samba dele: &amp;#8220;comprar samba, você está maluco? Não vendo coisa nenhuma.&amp;#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Leia o depoimento e, na sequência, faço algumas observações breves.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Um dia apareceu lá no morro o Mário Reis, querendo comprar uma música. Estava com outro rapaz, que veio falar comigo. &amp;#8216;O Mário Reis está aí e quer comprar um samba teu&amp;#8217;. Fiquei surpreso: &amp;#8216;O quê? Querendo comprar samba, você está maluco? Não vendo coisa nenhuma&amp;#8217;. &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;No dia seguinte ele voltou e me levou até o Mário Reis. Ele confirmou. &amp;#8216;É, Cartola, quero gravar um samba seu. Fique tranqüilo, seu nome vai aparecer direitinho. Quanto você quer por ele?&amp;#8217; Pensei em pedir uns 50 mil réis. O outro rapaz falou baixinho: &amp;#8216;Pede uns 500 mil&amp;#8217;. Eu disse: &amp;#8216;Você está louco, o homem não vai dar tudo isso&amp;#8217;. &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Com muito medo, pedi os 500 mil. Em 1932, era muito dinheiro. O Mário Reis respondeu: &amp;#8216;Então eu dou 300 mil réis, está bom para você?&amp;#8217;. &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;&lt;i&gt;Bom, ele comprou o samba mas não gravou. Quem acabou gravando foi o Chico Alves.&amp;#8221; &lt;/i&gt;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Essa reação tão cheia de estranhamento e espontânea dá o tom de como, naquele momento, soava de maneira bizarra a idéia de se comercializar algo como um samba.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Ninguém come samba, nem se deposita samba em banco. Como estabelecer o valor de algo impalpável como uma canção, algo que não pode ser aprisionado a partir do momento que cai na boca das pessoas.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O raciocínio do Cartola parece ser algo assim: &amp;#8220;meu samba vale na medida em que as pessoas o cantam, mas, se isso acontece, ele deixa de ser só meu e passa a ser também dos outros. Como vou vender uma coisa que já é dos outros?&amp;#8221;&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;O Mário Reis, que se oferece para comprar o samba, aparentemente já está vivendo dentro da lógica das emissoras de rádio e da indústria nascente do disco. Para ele, faz sentido o processo artificial que tornou escasso um produto informacional e portanto naturalmente abundante.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;Mário Reis inclusive menciona indiretamente o princípio que justifica o comércio de bens informacionais. Ele diz: &amp;#8220;fique tranquilo, seu nome vai aparecer direitinho&amp;#8221; e o que está por trás motivando essa preocupação é o direito de autor, a solução jurídica que dá a base para que esse modelo de indústria criativa cresça, permitindo que criativos profissionais vivam de sua produção.&lt;/p&gt;
&lt;p&gt;A cabeça do Mário Reis é a que olha para o compartilhamento de músicas na rede e enxerga a contravenção, a pirataria, mas a do Cartola mostra como a coisa não é definitiva, como não existe uma verdade absoluta no posicionamento das gravadoras, que a motivação tem a ver não com a Justiça, mas com regras e hábitos que durante muitos anos sustentaram uma determinada indústria.&lt;/p&gt;</description><link>http://spyer.tumblr.com/post/197446960</link><guid>http://spyer.tumblr.com/post/197446960</guid><pubDate>Sat, 26 Sep 2009 11:06:00 -0300</pubDate></item></channel></rss>
